O Palácio Marishi-ten, ao mesmo tempo.
Lakis do athanor, serafim de Zeus, você está numa situação muito ruim.
Que um guerreiro do seu calibre possa ser apanhado de surpresa entristece-me. Você, considerado o anjo mais próximo dos deuses. Você, apelidado de Dourado. Embora, ao ver a cor da sua glória, me pergunte porquê?
Mas por que raio não ficou com os seus aliados temporários? Assim teria tido a sua oportunidade.
Os meus companheiros teriam matado-te imediatamente, mas esse pormenor intriga-me. Está a tramar algo.
Porque não terei piedade de alguém como tu, que mudou de lado várias vezes. Saberei como fazê-lo falar, mas será doloroso.
Os seus aliados jamais chegarão ao palácio. Não importa se alguns de nós se perdem. Está tudo decidido.
Não pense que as suas interações anteriores com a nossa amada deusa o tornam a salvo.
Então diz-me o que preciso de saber, Lakis. Ou melhor, deveria dizer Aquiles da Tessália? O santo lendário!
Seu tolo! Não reparou nas diferenças subtis, na cor dos seus vestidos, no seu cabelo? Não sente que há um engano? Eu já devia estar morto, mas não nesta altura. Quanto ao nome que pensa ser o meu...
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